Hugo Jorge - Consultório de Psicologia Mz
Psicólogo. Ludoterapeuta. Formador. Pós-graduado em Relação de Ajuda e Intervenção Terapêutica.

17 Janeiro 2010

A verdade reside dentro de nós e clama por emergir. Mas, infelizmente, mantivemos a porta fechada e não permitimos que a Verdade saia. E como podemos libertar a Verdade de sua prisão? É através do amor. Amor por quem? Amor a Deus. E quem é Deus? Deus é a nossa parte iluminada mais elevada. Deus não é outra coisa ou outra pessoa. – Sri Chinmoy

 

publicado por Hugo Jorge às 22:28

11 Dezembro 2009

Descubra aqui a última edição do Jornal Ser Humano.

 

 

Destaques:

- Conheça a Casa Madre Maria Clara em Lhanguene/Chamanculo

- Centro do Cenáculo a caminho da segurança alimentar e nutricional

- A música como meio de aprendizagem da língua inglesa

- Palcos: Teatro Fórum na prevenção do VIH/SIDA

- Primeiros resultados do projecto das galinhas poedeiras no Cenáculo

- Manhiça: problemas no abastecimento de água


01 Dezembro 2009

Sem preservativo, é com a SIDA que fazes amor. Protege-te!

(Campanha Francesa)

 

A SIDA é provocada pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH), que penetra no organismo por contacto com uma pessoa infectada. A transmissão pode acontecer de três formas: relações sexuais; contacto com sangue infectado; de mãe para filho, durante a gravidez ou o parto e pela amamentação.

 

 

O VIH é um vírus bastante poderoso que, ao entrar no organismo, dirige-se ao sistema sanguíneo, onde começa de imediato a replicar-se, atacando o sistema imunológico, destruindo as células defensoras do organismo e deixando a pessoa infectada (seropositiva), mais debilitada e sensível a outras doenças, as chamadas infecções oportunistas que são provocadas por micróbios e que não afectam as pessoas cujo sistema imunológico funciona convenientemente. Também podem surgir alguns tipos de tumores (cancros).

 

 

Mais informações na página da Roche

publicado por Hugo Jorge às 19:40

17 Novembro 2009


16 Novembro 2009

 

Descobri o trabalho de Thomas Gordon quando fiz a minha pós graduação em Counselling e Competências de Ajuda na Universidade Autónoma de Lisboa. 

 

Fiquei desde logo muito impressionado pela eficácia e grande utilidade. 

 

Sugiro a pais e mães a visita ao blog do Parent Effectiveness Training (em inglês) onde poderão colocar  questões e aprender algumas competências de comunicação que ajudam a melhorar as relações familiares.


10 Novembro 2009

 

O professor e psicólogo Eduardo Sá considerou hoje, em Coimbra, que é “impossível” promover a educação sem dizer “não”, desmistificando assim a ideia de que proferir aquela palavra “traumatiza as crianças”. 

 

“Aquela ideia, muito infeliz, de que as crianças se educam com pessoas boazinhas e que passa por se imaginar que dizer 'não' traumatiza as crianças é mentira”, afirmou o investigador, que lecciona na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.

 

Eduardo Sá falava à agência Lusa no final dos trabalhos do encontro “De SIM e de NÃO se faz a Educação”, que decorreu sexta-feira e hoje em Coimbra, depois de ter proferido uma palestra intitulada “Eduquem-se uns aos outros”.

 

Organizado pela Fundação Bissaya Barreto, o encontro teve como ponto de partida “A violência infanto-juvenil em contexto escolar a par da emergência de um novo fenómeno: a violência de filhos contra os pais, em contexto familiar”.

 

“Eu acho que é impossível sermos felizes sem entretanto dizermos que não. Os pais e os professores bonzinhos são invariavelmente os maiores amigos dos bons pais e dos bons professores”, sublinhou o investigador da Universidade de Coimbra.

 

Para Jorge Felício, responsável pelo encontro e director do colégio da Fundação Bissaya Barreto, “os participantes vão mais preparados para terem a coragem de dizer sim quando têm de dizer sim e não quando têm de dizer não, porque em muitas situações é mais fácil dizermos que sim e deixar passar”.

 

Fonte: Destak

publicado por Hugo Jorge às 08:10

01 Novembro 2009

 

A rede social Facebook pode ser um "veneno" para as relações entre namorados e casais, criando ciúme e aumentando as tensões entre os participantes, revela um estudo do Departamento de Psicologia da Universidade de Guelph, Canadá.

 

Segundo as autoras do estudo, duas estudantes de doutoramento, o Facebook pode provocar situações graves de ciúmes com o seu fluxo contínuo de informação sobre o que cada participante faz, de quem é amigo e em que fotos aparece.

 

"O Facebook permite o acesso a informação a que de outra forma não acederíamos e essa informação carece muitas vezes de contexto", disse à agência Efe Amy Muise, uma das autoras do estudo.

 

 Amy Muise salientou que as redes sociais estão a expor os seus participantes a mais "detonadores de ciúmes".

 

O estudo, que envolveu 308 estudantes universitários entre os 17 e 24 anos, mostrou que o Facebook pode conduzir a uma "espiral de desconfiança".

 

Um comentário banal sobre o perfil do seu parceiro feita por um contacto do sexo oposto pode levar um participante à suspeita e a acompanhar de perto a sua página do Facebook apenas para encontrar mais informações, fazendo com que se sinta ainda mais desconfiado e ciumento.

 

"Os sentimentos de insegurança sobre o parceiro podem causar comportamentos curiosos e o Facebook é o acesso fácil a essa informação", disse Muise.

 

Em muitos casos, o "espião" não pode mesmo controlar o que aparece no seu perfil ou não com suficiente rapidez.

 

Muise referiu que os psicólogos e sociólogos estão a começar a entender como as redes sociais afectam as relações pessoais, citando o caso de uma mulher que descobriu que o seu namorado tinha terminado a relação porque mudou o seu status no Facebook para "single".

 

Um grupo de cinco utilizadores do Facebook na Califórnia apresentou este mês uma acção contra a rede social, alegando que viola as leis de privacidade daquele estado ao divulgar informações pessoais sobre os seus participantes sem os informar devidamente.

 

Não é a primeira vez que o Facebook está a enfrentar queixas ou críticas pela forma como lida com dados privados, o que levou a empresa no início deste ano a alterar as suas regras de utilização, dando aos utilizadores mais controlo sobre a sua privacidade.

 

Fonte: DN

publicado por Hugo Jorge às 17:14

13 Outubro 2009

 

«A primeira vez que aconteceu eu ia na rua e comecei com um aperto no peito… uma coisa horrível, nem sei explicar. Pensei que morria. Fui às urgências, fizeram-me exames, e disseram-me que eu não tinha nada. Nada, quer dizer, nada de físico. Disseram-me que tinha sido um ataque de pânico. Agora, ando sempre com medo que volte a acontecer.»

Um ataque de pânico, também conhecido como crise de pânico ou crise de ansiedade, é um período de intenso medo ou desconforto, tipicamente abrupto. Os sintomas (variam de pessoa para pessoa e são no mínimo cinco para ser considerada uma crise) incluem tremores, calafrios, desrealização ou despersonalização, ondas de calor, dificuldade em respirar, palpitações do coração, náuseas e tontura. A desordem difere de outros tipos de ansiedade na medida em que o ataque de pânico acontece de forma súbita, parece não ter sido provocado e é geralmente incapacitante.

 

Talvez mais do que qualquer outra emoção, a ansiedade é frequentemente caracterizada por um conjunto de sintomas físicos: o coração a bater com força, os músculos tensos (por vezes com dores e tremuras), falta de fôlego, sudação, etc. Esta componente fisiológica da ansiedade é o que leva frequentemente as pessoas a pensar que o seu problema é orgânico, sendo que muitas vezes os exames médicos que fazem não revelam quaisquer alterações.


A ansiedade é uma resposta biológica normal, concebida pela natureza para ajudar o organismo. Ela é uma resposta ao perigo que prepara o indivíduo para a acção, permitindo que este tenha uma de duas respostas: atacar ou fugir.

publicado por Hugo Jorge às 06:50

09 Setembro 2009

"Aprenda a ouvir pois as coisas falam por si mesmas"

 

Basho - poeta japonês do século XVII

 

 

publicado por Hugo Jorge às 04:04

04 Setembro 2009

Hoje à tarde, sentado numa esplanada com vista para o pôr do sol na baía de Maputo, acabei de ler este livro.

 

Maezumi Roshi é inspirador e exorta-nos a viver a viver a vida de uma forma completa e rica.

 

" Niguém pode viver a tua vida excepto tu. Niguém pode viver a minha vida excepto eu. Tu és responsável. Eu sou responsável."

 

E tu?

 

E continua "Não conseguimos ver que a nossa vida aqui, neste preciso momento, é nirvana. Provávelmente pensamos que nirvana é um local onde não existem problemas e desilusões. Pensamos que nirvana é um lugar muito belo, algo inatingível. Sempre pensamos que nirvana é algo muito diferente da nossa vida. Mas o que precisamos de entender é que é aqui mesmo, agora mesmo."

 

A eterna inquietação e insatisfação (estou além) cantada muito bem por José Mário Branco e António Variações.

 

Muito do sofrimento com que me deparo no consultório, através das histórias pessoais de cada indivíduo que procura ajuda junto de mim, resultam deste constante sentimento de insatisfação. Como se nada nunca estivesse totalmente certo. Como se sempre houvesse algo por preencher. Algo que falta. Alguém que falta. O trabalho certo. A pessoa certa. O local certo.

 

E se tudo que o que precisamos está aqui mesmo, agora mesmo. Nada em falta. 

 

Faz sentido?

 

Bom, apenas uma sugestão de leitura. 

 

Desejo-vos um bom fim de semana e apreciem a vossa vida.

publicado por Hugo Jorge às 19:35
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